O sistema universitário americano passa por uma séria crise num dos seus aspectos mais importantes: o financiamento aos alunos que pagam por sua educação superior. The Chronicle of Higher Education [http://chronicle.com/article/Many-More-Students-Are/66223/?sid=at&utm_source=at&utm_medium=en] publicou dados (até então guardados a sete chaves) que mostram que um em cada cinco empréstimos educacionais (patrocinados pelo governo federal) que começaram a ser pagos em 1995 estão em moratória. Esses números são mais altos nos “community colleges”, instituições municipais que geralmente oferecem cursos profissionalizantes de dois anos, mas chegam a preocupantes 40% na fatia mais chulé do mercado, as instituições for-profit [privadas com fins lucrativos]. 43% dos alunos dessas instituições privadas com fins lucrativos são de minorias, 75% trabalha e estuda ao mesmo tempo e 88% pede empréstimos para pagar a faculdade (nos “community colleges” só 10% dos alunos toma empréstimos desse tipo).
Todas as cartas de amor são Ridículas. Álvaro Campos O Tietê é mais sujo que o ribeirão que corre minha aldeia, mas o Tietê não é mais sujo que o ribeirão que corre minha aldeia porque não corre minha aldeia. Poucos sabem para onde vai e donde vem o ribeirão da minha aldeia,
que pertence a menos gente
mas nem por isso é mais livre ou menos sujo. O ribeirão da minha aldeia
foi sepultado num túmulo de pedra para não ferir os olhos nem molhar os inventários da implacável boa gente da minha aldeia, mas, para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
a memória é o que há para além do riberão da minha aldeia e é a fortuna daqueles que a sabem encontrar. Não penso em mais nada na miséria desse inverno gelado estou agora de novo em pé sobre o ribeirão da minha aldeia.
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