No século XIX Paul Lafarge, genro cubano de Karl Marx, dizia que o capitalismo agia no sentido de glorificar o trabalho em detrimento dos nossos instintos naturais. O lazer era um direito de todos negado a muitos por um sistema que dava aos trabalhadores o papel de máquina. A ideologia que movia essa forma de opressão se chama produtividade. No século XXI criou o capitalismo da atenção: a atenção das pessoas é capturada e transformada em mercadoria por corporações que mantém em segredo seus algoritmos. Para se transformar em mercadoria a atenção das pessoas precisa ser quantificada em segundos. E o mais incrível é que os novos operários do século XXI são chamados de produtores de conteúdo e trabalham para essas corporações sob um regime escravizante também administrado por algoritmos. Gerar atenção é incitar no público amor, ódio, indignação, desprezo, ternura, riso. Tanto faz. Ódio e amor são energia emocional que move a máquina que processa conteúdo em troca de ...
As más línguas na Alemanha diziam que um ariano nazista típico era Magro e elegante como Göring: Fortão como Goebbels: Louro como Hitler: E esse bando de figurinhas patéticas, mentirosos toscos, rancorosos patéticos, o que fez quando levado ao poder absoluto na Alemanha? 80 milhões de mortos espalhados pelo mundo inteiro. Nunca subestime os idiotas.