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Showing posts with the label Graveola e o Lixo Polifônico

Graveola: Antes do Azul

Amanheceu outro sol que trará a luz, outro dia, sol lunar e pro longe existir eu vou dizer do meu desejo de fazer tudo mudar Amanheceu e a manhã será como ontem, anteontem, outros dias iguais e se o longe existir eu sou maior do que a distância pode ser nesse lugar mais vivo que um azul de amanhecer Eu quis ver você chegar e me trazer o sol, Pois de que vale o sol sem ter lugar? E o meu lugar é o sol que você traz Eu quis ver o sol chegar e me trazer você, você chegar e ser o que eu nem sei dizer em dois o que eu não sou num só

Um domingo feliz no parque com Graveola e companhia

Público Simpático A Outra Banda da Lua  Belo Horizonte tem uma cena musical riquíssima [entre outras coisas porque por aqui abundam músicos bons de verdade] e bem no meio dessa cena está uma banda chamada Graveola e o Lixo Polifônico . Eles têm três CDs muito inventivos, cheios de canções maravilhosas. Esse fim de semana a banda organizou um festival em três parques da cidade. Conseguimos ir ao último deles num parque que eu não conhecia na Cidade Nova, bairro que ganhou bastante a partir dessa descoberta. Três registros fotográficos eu deixo aqui. Amanhã falo mais sobre o o show, o [excelente] show de abertura de A Outra Banda da Lua, banda de Montes Claros tocando pela primeira em Belo Horizonte. Graveola e o Lixo Polifônico Público Gente Fina que a sombra aglomera

O melhor invisível

O Brasil continua a produzir música popular interessante. Só que ela nunca vai tocar na Grobo. Um exemplo do melhor de Belo Horizonte é a banda Graveola e o Lixo Polifônico. Tudo deles está aqui . Compartilho uma canção do primeiro disco deles de 2009.  Amaciar Dureza Graveola e o Lixo Polifônico E viveu uma semana, foi-se o ano, foi-se Ana, destinada a caminhar os seus passados lentos. Sem trabuco, sem trambique, Ana ia com seu pique, seu destino a transitar, sertão, cantiga e vento. Ela foi um desacato, um descarrego, tantos regos refletindo seus momentos, santos sentimentos. Ela não podia crer nos deuses: Madre Pedra, Padre Zé. Na lua viu jornadear lua de sonho, lua de vida. Por onde passou sentiu o seu destino amargurado, pequeno, coitado, calado, jorrado, seus mimos, seus sinos, seus anos passados. Na vida amaciar dureza. Na vida amaciar... E viveu uma semana. Era Ana, eram anos Quanta vida enclausurada nesse mundo tempo Era a cor dos seus cabelos,...