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Um filme sem vergonha de ser dramático: El espiñazo del diablo de Guillermo del Toro

Assim começa o filme El espiñazo del diablo : "¿Qué es un fantasma? Un evento terrible condenado a repetirse una y otra vez, un instante de dolor quizás, algo muerto que parece por un momento vivo aún, un sentimiento suspendido en el tiempo como una fotografía borrosa, como un insecto atrapado en ámbar."  O filme traduz visualmente essa ideia do fantasma com essa imagem: uma imensa bomba que cai de bico no meio do pátio do orfanato onde se passa o filme mas não explode. Uma das coisas mais admiráveis desse filme de Guillermo del Toro [como dos outros dois que ele fez em espanhol] é a força com que ele abraça esse gênero tão forte e tão incompreendido: o melodrama. Veja como se caracteriza Jacinto, o grande vilão do filme: "De todos los huérfanos,  tú eras siempre el más triste.  El más perdido.  Un príncipe sin reino."

Fantasmas do Rio de Janeiro em oito momentos

El espiñazo del diablo , filme de Guillermo del Toro 1. Assim começa o filme El espiñazo del diablo de Guillermo del Toro: "¿ Qué es un fantasma? --> Un evento terrible condenado a repetirse una y otra vez. Un instante de dolor, quizás. Algo muerto que parece por un momento vivo aún. Un sentimiento suspendido en el tiempo, como una fotografía borrosa, como un insecto atrapado en ámbar." Guillermo del Toro ,  Antonio Trashorras  y David Muñoz 2. A primeira praça pública da Cidade do Rio de Janeiro foi construída em 1843, aproveitando a estrutura de pedra e cal do cais do Valongo, único cais de pedra da cidade construído por decreto da Coroa Portuguesa, pedras do Morro da Conceição. O cais estava desativado desde 1831, mas por ali passaram centenas de milhares de almas sequestradas na África e trazidas para uma vida miserável no Brasil. 3. Assumiu o projeto da praça um orgulhoso membro do  Conselho de Sua Majestade Real, Fidalgo C...