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Slavoj žižek no El País

Dois trechos dessa entrevista me divertiram e só depois percebi as semelhanças de estrutura: um jogo retórico de paradoxos entre "sério" e "catastrófico" e entre "possível" e "impossível" e "necessários" e "delirantes".


Me encanta una anécdota, seguramente apócrifa, de la Primera Guerra Mundial. Un puesto militar alemán escribe un telegrama a sus aliados austriacos: "Aquí la situación es seria, pero no catastrófica". La respuesta dice : "Aquí la situación es catastrófica, pero no seria".

[…]

Me interesan más otras cosas. Por ejemplo, los conceptos de posible e imposible. Hoy cualquiera con dinero puede viajar al espacio, cada mes anuncian descubrimientos contra algún tipo de cáncer, incluso se habla de avances para alcanzar la inmortalidad. Al mismo tiempo, en cada telediario, salen políticos y economistas explicando que no hay dinero para mantener la Seguridad Social. Vivimos una época que promueve los sueños tecnológicos más delirantes, pero no quiere mantener los servicios públicos más necesarios.

Comments

sabina said…
Esse é acusado de um populismo filosófico pela crítica conservadora, não é? Nunca soube direito como avaliar.
Eu acho que eles têm um pouco de razão, Sabina, e acho que essa entrevista ao El País também dá provas disso. Agora, eu, que não sou filósofo, acho que ele tbm acerta muitas vezes. Entrevista tbm é um troço difícil: o cara pode ser um ótimo escritor e um péssimo entrevistado, sem falar nas perguntas.
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