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| Sérgio Buarque de Holanda |
Fosse como
fosse, eu me sentia identificado com aquela terra e seu povo. Bom identificado
talvez não fosse a palavra exata. O melhor seria dizer que eu não conhecia o
México, mas amava-o. Não era a mesma coisa? Mas é claro que era! O amor, como a
arte, é uma das mais legítimas formas de conhecimento.
(
Érico Veríssimo, Solo de Clarineta – Segundo Volume, 7)
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| Érico Veríssimo |
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O desconhecimento de qualquer forma de convívio que não seja ditada por
uma ética de fundo emotivo representa um aspecto da vida brasileira que raros
estrangeiros chegam a penetrar com facilidade. (Sérgio Buarque de Holanda, Raízes do Brasil, 148)
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