Wednesday, April 18, 2007

Gabriel Zaid em Ipanema

Este poema é para fazer par com o poema de Carlos Pellicer que postei aqui sobre o Rio de Janeiro. A revista Letras Libres tem um artigo (disponível online) do prórpio Zaid explicando a composição do poema que começou a ser escrito nos espaços em branco do JB (Amílcar de Castro ficaria feliz com isso, suponho).

IPANEMA
El mar insiste en su fragor de automóviles.
El sol se rompe entre los automóviles.
La brisa corre como un automóvil.

Y de pronto, del mar, gloriosamente,
chorreando espuma, risas, desnudeces,
sale un automóvil.

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