Tuesday, September 28, 2010

Luz, más luz!

Es terrible
Pero
Cada día
Son más claros
Los intereses
Más oscuros

Esse poema de Efraín Huerta parece ter sido feito na medida para esse momento da política brasileira. Chama-se "Luz, más luz"

Sunday, September 26, 2010

Entendendo Bob Dylan


Muitas canções de Bob Dylan, como muitas de Chico Buarque, usam com destreza e fidelidade uma forma de canção popular bem fixada e tradicional [neste caso, o blues] e integra nessa canção uma letra circular, que roda e roda batendo basicamente na mesma tecla, mas cada vez de um jeito diferente. Acho que é por isso que, para quem não entende ou não presta atenção à letra, os dois parecem meio anacrônicos.


Everything Is Broken

Bob Dylan

Broken lines, broken strings

Broken threads, broken springs

Broken idols, broken heads

People sleeping in broken beds

Ain’t no use jiving

Ain’t no use joking

Everything is broken

Broken bottles, broken plates

Broken switches, broken gates

Broken dishes, broken parts

Streets are filled with broken hearts

Broken words never meant to be spoken

Everything is broken

Seem like every time you stop and turn around

Something else just hit the ground

Broken cutters, broken saws

Broken buckles, broken laws

Broken bodies, broken bones

Broken voices on broken phones

Take a deep breath, feel like you’re chokin'

Everything is broken

Every time you leave and go off someplace

Things fall to pieces in my face

Broken hands on broken ploughs

Broken treaties, broken vows

Broken pipes, broken tools

People bending broken rules

Hound dog howling, bullfrog croaking

Everything is broken

Wednesday, September 22, 2010

Fernando Pessoa e Lima Barreto - Ser outro, ser decadente

João Villaverde [http://joaovillaverde.blogspot.com/] postou no seu blogue o seguinte trecho de Cemitério dos Vivos/Diário do Hospício de Lima Barreto:

“Arrependo-me de tudo, de não ter sido um outro, de não seguir os caminhos batidos e esperar que eu tivesse sucesso, onde todos fracassaram. Tenho orgulho de me ter esforçado muito para realizar o meu ideal; mas me aborrece não ter sabido concomitantemente arranjar dinheiro ou posições rendosas que me fizessem respeitar. Sonhei Spinoza, mas não tive força para realizar a vida dele; sonhei Dostoiésvski, mas me faltou a sua névoa.”

Esse trecho me lembrou o Fernando Pessoa de "Livro do Desassossego" [http://fragmentosdodesassossego.blogspot.com/2005_12_01_archive.html]:

Fragmento 1 – Autobiografia sem factos

“Nasci em um tempo em que a maioria dos jovens haviam perdido a crença em deus, pela mesma razão que os seus maiores a haviam tido - sem saber porquê. E então, porque o espírito humano tende naturalmente para criticar porque sente, e não porque pensa, a maioria desses jovens escolheu a humanidade para sucedâneo de deus. Pertenço, porém, àquela espécie de homens que estão sempre na margem daquilo a que pertencem, nem vêem só a multidão de que são, senão também os grandes espaços que há ao lado. Por isso nem abandonei deus tão amplamente como eles, nem aceitei nunca a humanidade. Considerei que deus, sendo improvável, poderia ser, podendo pois dever ser adorado; mas que a humanidade, sendo uma mera idéia biológica, e não significando mais que a espécie animal humana, não era mais digna de adoração do que qualquer outra espécie animal. Este culto da humanidade, com seus ritos de liberdade e igualdade, pareceu-me sempre uma revivescência dos cultos antigos, em que animais eram como deuses, ou os deuses tinham cabeças de animais.

Assim não sabendo crer em Deus, e não podendo crer numa soma de animais, fiquei, como outros da orla das gentes,naquela distância de tudo a que se chama decadência. A decadencia é a perda total da inconsciência; porque a inconsciência é o fundamento da vida. O coração, se pudesse pensar, pararia.”

E depois, um pouco mais para frente, acho que realmente respondendo ao Lima Barreto na minha imaginação:

(…)

“Sabemos bem que toda a obra tem que ser imperfeita, e que a menos segura das nossas contemplações estéticas será a daquilo que escrevemos. Mas imperfeito é tudo, nem há poente tão belo que o não pudesse ser mais, ou brisa leve que nos dê sono que não pudesse dar-nos um sono mais calmo ainda. E assim, contempladores iguais das montanhas e das estátuas, gozando os dias como os livros, sonhando tudo, sobretudo, para o converter na nossa íntima substância, faremos também descrições e análises, que, uma vez feitas, passarão a ser coisas alheias, que podemos gozar como se viessem na tarde. Não é este o conceito dos pessimistas, como aquele de Vigny, para quem a vida é uma cadeia, onde ele tecia palha para se distrair. Ser pessimista é tomar qualquer coisa como trágico, e essa atitude é um exagero e um incômodo. Não temos, é certo, um conceito de valia que apliquemos à obra que produzimos. Produzimo-la, é certo, para nos distrair, porém não como o preso que tece a palha, para se distrair do Destino, senão da menina que borda almofadas, para se distrair, sem mais nada.”

Friday, September 17, 2010

Volcker, Scott Brown e as eleições no Brasil

[imagens: De um lado a cara de quem comeu e não gostou do Volcker depois que o remédio forte que ele receitava virou um cházinho ralo. Do outro o sorriso pimpão do galã Scott Brown, o homem que faz os bancos gemerem sem sentir dor.]

Paul Volcker foi presidente do Banco Central americano até 1987, quando assumiu o ultra-liberal Greenspan, que muita gente, inclusive o próprio achava um gênio até 2008. Do alto dos seus 82 anos, o velho Volcker voltou aos holofotes para servir de conselheiro do presidente Obama no assunto da reforma do sistema financeiro e defendeu eloquentemente a separação entre bancos que tratam de consumidores como eu, você e o padeiro da esquina e as financeiras que passeiam pelas bolsas do mundo com os milhões que nem eu [e presumo nem você] vai ver na sua vida.

Essa divisão entre bancos comerciais e especuladores financeiros vigorou desde a Grande Depressão nos anos 30 até 1999. Faça agora uma pausa e imagine os conservadores da época espumando de raiva por causa dessa ousadia “socialista” de Roosevelt repetida agora por Obama... infelizmente FDR só chegou ao poder em 1933 e o republicano Hoover deixou o barco continuar a correr abismo abaixo de 1929 até então. A idéia defendida por Volcker é simples: um banco comercial como o Citibank merece ser protegido de uma eventual quebra por afetar a vida de milhões de americanos, mas não pode ir se meter em negociatas de alto-risco todo alegre e pimpão sabendo que se pisar na bola pode sempre fazer cara de coitadinho e fingir de novo que é apenas um banco comercial.

Bom, a reforma do sistema financeiro acabou muito longe do satisfatório, pelo menos para quem acha que bancos não deveriam privatizar seus lucros e socializar seus prejuízos. Não tanto por falta de empenho ou convicção do governo, mas porque o assunto era discutido no senado e um dos votos republicanos indispensáveis para a votação era de um tal de Scott Brown. Republicano de Massachusetts em primeiro mandato, Scott Brown tinha acabado de ser eleito para terminar o mandato do falecido Ted Kennedy. Explico: quando morre um senador nos EUA, não assume um vice, mas faz-se uma nova eleição para alguém exercer um mandato tampão. Assim o pobre Kennedy, que votaria no projeto inicial com prazer, vai ficar se revirando na sepultura pelo menos até 2013. Em declaração pública, o novo republicano da casa reclamou que a lei como estava aumentaria impostos [coitadinhos dos bancos]. Scott Brown é relativamente sem experiência e é o primeiro senador republicano no estado desde 1997, e deve parte da sua façanha ao apoio entusiasmado de setores do Tea Party.

O ex-modelo da Cosmopolitan [a revista Nova dos EUA] terminou seu discurso da vitória dizendo aos eleitores “I'm Scott Brown, I'm from Wrentham, I drive a truck, and I am nobody's senator but yours.” Reféns do senador ex-modelo motorista de pick-up caçador de socialistas, os democratas tiveram que abrir as pernas e conceder aos bancos e seus lobistas um aumento de 40% [em relação ao plano inicial] no nível de investimento em alto risco que eles podem fazer sem perder o status de bancos comerciais, diluindo assim substancialmente [alguns dizem definitivamente] o remédio receitado por Volcker. Volcker que aliás é uma figura de credenciais absolutamente não-socialistas – foi apontado para o Fed pelo democrata Carter mas mantido na posição pelo ídolo maior dos republicanos, Ronald Reagan, que aliás fez um governo meio comuna pelos critérios do Tea Party...

Isso tudo é só para voltar a bater na mesma tecla: se não elegermos no Brasil um congresso consideravelmente melhor, as limitações políticas do governo vão continuar, as acusações de clientelismo e fisiologismo vão continuar e as velhas figuras de um passado tenebroso vão continuar a desfilar com destaque pelo noticiário e pelos corredores do poder.

Wednesday, September 15, 2010

Música que fez minha cabeça

Eu era adolescente quando fui passar uma temporada na Inglaterra e conheci o ska/rock steady inglês, que me salvou do baixo astral deprê que sempre me atraiu para outras tipos de música. E, por outro lado, essas bandas não eram "alegrinhas" nem eram toscas como muito dos punks, que tocavam mal demais para o meu gosto. Durante muito tempo não queria outra coisa na minha vida que não tocar esse tipo de música 24 horas por dia. Passei 5 anos "estudando" arquitetura e não passei da metade do curso por "culpa" desses sujeitos que ninguém à minha volta conhecia.


Gangsters

Why must you record my phone calls?

Are you planning a bootleg LP?

Said you've been threatened by gangsters

Now it's you, that's threatening me

Can't fight corruption with con tricks

They use the law to commit crime

And I dread, dread to think what the future will bring

When we're living in gangster time

Don't call me scar face

Can't interrupt while I'm talking

Or they'll confiscate all your guitars

and catch 22 says if I sing the truth

they won't make me an overnight star

Don't offer us legal protection

They use the law to commit crime

I dread to think what the future will bring

When we're living in gangster time





Monday, September 13, 2010

CUARTA VEZ
… y el cielo era
una enorme mirada suspendida
por el ruido sutil de los planetas.
El avión delirante sacó al vuelo
las cosas estupendas, y las cosas
de la tierra y el mar vieron al cielo.
La luz, rota en el ritmo de la hélice,
humeaba de furor entre mis ojos
y se oía pasar. Cual un cometa
el avión en la órbita del día
zumbaba en los oídos de la tierra.
El fabuloso juego de los aires
echó fuera del tiempo
al avión que era un poco de catástrofe.
Y era un nuevo sentido
hecho de sol azul, un presentido
desorden del recuerdo y del olvido.
Una nube peinó de sombra suave
la bahía, que alzaba en un peñasco
un súbito pretexto del paisaje.
Una alegría enorme, una alegría
como la de las nubes y las olas
me aumentaba en terrible sinfonía.
Profundamente oblicuo, el aeroplano
se retorcía y el paisaje entero
era un acto glorioso de mis manos.
Sin un solo recuerdo ni un deseo,
como un dios, desdoblé los panoramas,
ataviado de luz, leve de vuelo.
¡Y juré entre las nubes alzar una montaña!

Sunday, September 12, 2010

TERCERA VEZ

Desde el avión,

la orquestra panorámica de Río de Janeiro

se escucha en mi corazón.

Desde la cumbre del Corcovado

hasta las olas de Copacabana,

la dicha es una simple distancia que ha pasado

borrando fechas próximas con sus manos plateadas.

Ataré mi existencia sideral

a la divina roca del Pao de Assucar

que ve nacer la aurora antes que el agua mar.

El mar de Río de Janeiro

es una antigua barcarola

que está aprendiendo la ola

leve de mi pensamiento.

Guanabara su nombre. Guanabara,

como una estrella que se alargara

sobre le ritmo del momento.

Ciudad naval, tus avenidas

de orohidrográficos prodigios

anclan mis ojos en un aire

de eternidades sin abismos.

Tu mar y tu montaña

- un puñadito de Andes y mil litros de Atlántico - ,

pasan bajo las alas

del avión, como síntesis del continente amado.

Las grandes rocas están de oro,

las montañas en verde y morado.

El agua se mueve en semitono.

La ciudad es u libro deshojado.

El aire está en soprano ligero.

La escuadra va a salir a pescar.

Un “loopoing the loop” hace pedazos el regreso

y hace estallar la ciudad.

Friday, September 10, 2010

Suite - Parte 2


SEGUNDA VEZ

Lo que me importa el mundo

desde de la sombra eléctrica de un aeroplano.

- Soy un poco de sol desnudo

libre de los pies y de las manos.

Estoy, solamente,

estoy, nada más.

El cielo en mi frente

cambiándome el mar.

El motor que perfora el aire espeso

Algo tiene de bólido y de toro.

Pasamos muy cerca del queso

de la luna matinal, leche y oro.

Bajo las alas tensas, plásticas,

la naturaleza es un proyecto aceptable,

las mujeres nunca han sido románticas

y la patria es continentizable.

El mundo es una pobre cosa

llena de gustos yanquis y consideraciones.

Mas desde el aeroplano se medita en la Gloria

de unir banderas y cantar canciones.

Se ve hasta el Polo Sur.

(Naturalmente, con los anteojos de mis ojos.)

En el idioma quedan lo rápido y lo azul

dominando un mapa incoloro.

Abajo están las viudas y los juristas,

la Emulsión Scott y los grandes deudores.

(Por un momento el alma se contrista

como un poco de viento sobre un campo sin flores.)

Se raja la hélice mil veces por minuto.

Una nube pasó sin volar.

Abajo, en el fondo del mundo

la tinta del poema se ha empezado a borrar.

Tuesday, September 07, 2010

Carlos Pellicer sobrevoa o Rio de Janeiro - em três partes


SUITE BRASILEIRA – Poemas aéreos

A Francisco S. Espejel

A Julián Nava Salinas

PRIMERA VEZ

Desde el avión,

vi hacer piruetas a Río de Janeiro

arriesgando el porvenir de sus puestas de sol.

Se ponía de cabeza

sin derramar su bahía.

Y en la lotería de sus isletas

ganaba y perdía.

El cielo se llenaba de automóviles

y de sombra a las 12 del día.

El Pão de Açúcar era un espantapájaros

soberbio, de lógica y fantasía.

Las palmeras desnudas

andaban de compras por la Rúa D'Ouvidor.

De pronto la ciudad

entró en espiral

junto con el avión,

lo mismo que 300 kilates de diamantes

en el embudo de un buen corazón.

Al bajar,

tenía yo los ojos azules

y agua de mar dentro del corazón.

Monday, September 06, 2010

Recordar é viver - O Fantasma de Filinto Müller




José Murilo de Carvalho nos informa que “a tortura de presos [durante o Estado Novo] foi investigada e descrita pelo jornalista David Nasser (1917-1980), inicialmente em seis reportagens publicadas na revista O Cruzeiro – a primeira delas em 29 de outubro de 1946 – e, depois, em livro de 1947. As publicações foram intituladas Falta alguém em Nuremberg. Esse alguém era o capitão do Exército Filinto Müller (1900-1973), chefe de Polícia da capital de 1933 e 1942. Os principais instrumentos de tortura mencionados em depoimentos no Congresso e registrados por David Nasser eram: o maçarico, que queimava e arrancava pedaços de carne; os ‘adelfis’, estiletes de madeira que eram enfiados por baixo das unhas; os ‘anjinhos’, espécie de alicate para apertar e esmagar testículos e pontas de seios; a ‘cadeira americana’, que não permitia que o preso dormisse; e a máscara de couro.”

Em entrevista à Folha de São Paulo, Joel Silveira acrescenta, “A tortura no Brasil começou depois de 35, depois da repressão violenta, depois da burrada do Prestes. Aquela repressão desfechada pelo Filinto Muller. A coisa virou um acordo. Criou-se o primeiro acordo internacional de torturadores: a Alemanha mandou para cá elementos da Gestapo. Então começou a surgir a tortura científica. Porque até aquela época era na base do cassetete mesmo. Logo depois do golpe a coisa foi terrível, vários morreram, tem gente mutilada.”

Filinto Müller foi chefe da polícia do Rio de Janeiro de 1933 até o fim do Estado Novo. Impune apesar dos seus crimes, o militar ex-tenente e ex-delegado que era fã de Himmler foi eleito senador pelo Estado de Mato Grosso em 1947. Quando 1964 chegou, Filinto Müller arregaçou as mangas: era líder do PSD, foi líder do novo governo em 1964 e líder da Arena, o partido de sustentação do regime militar, de 1966 a 1968. Em 1969, com o endurecimento do regime, Filinto Müller virou presidente da Arena. Morreu num acidente em 1973 e recebeu todas as glórias do regime militar e uma ala do senado tem hoje o seu nome.

A turma do "deixa disso" que me perdoe, mas é isso o que pode acontecer [de novo] com um país que prefere esquecer seu passado. Vinte quatro anos separam o fim do Estado Novo e a ascenção de Filinto Müller a um quadro importante da nossa próxima ditadura, que, por sinal, acabou há vinte e cinco anos. Espero que o país não caia mais uma vez na tentação de um regime autoritário, mas suponho que os Filintos da ditadura militar, igualmente impunes, estejam de prontidão, esperando.

Wednesday, September 01, 2010

Meu Pitado - Parte 4


IV

Então você me pergunta: Porque não votar, por exemplo, no farmacêutico do meu bairro, um sujeito que eu conheço há anos, que nunca me deu troco errado, que nunca roubou nas partidas de dominó na praça e que ainda por cima é simpático e generoso, sempre oferecendo um pirulito ao meu filho quando vamos à farmácia? Antes de responder eu digo o seguinte: pense primeiro nas questões que te interessam mais: pode ser a aposentadoria, o SUS, a pena de morte, política econômica, educação primária, educação em geral, as quotas, a união das polícias civil e militar, a CPMF, o dinheiro do pré-sal, a busca de justiça contra torturadores, a criminalidade, o aborto, as drogas, o casamento entre homossexuais, as verbas para a cultura, os direitos autorais, a censura na internet, a duplicação da rodovia federal que liga Caxangá a Nossa Senhora de Não-me-toques ou seja lá o que o que for que realmente seja importante para você. Bom, e se o nosso farmacêutico honesto achar uma ótima idéia aumentar a idade da aposentadoria para 110 anos nos homens e 115 nas mulheres? De que vale a honestidade dele se ele quer resolver o problema da violência urbana fazendo com que a polícia militar faça o policiamento de Urutu e possa portar bazucas e granadas na praia e for a favor da pena de morte para quem vender remédio sem receita? E se nenhuma das grandes idéias dele tiver a menor chance de ser sequer votada no congresso, mesmo porque ele não sabe como aquela geringonça funciona? Ou se ele não tiver a mínima idéia de como funciona o congresso e portanto não tenha a mínima de chance de fazer nada do que ele quer? Bom, são essas são as perguntas que as pessoas deveriam estar fazendo agora.