Friday, February 27, 2009

Posts velhos que acaba voltando como velhos fantasmas da ditadura

Recordar é viver - Editorial da Folha de São Paulo de 1971

"Como o pior cego é o que não quer ver, o pior do terrorismo é não compreender que no Brasil não há lugar para ele.
Nunca ouve. E de maneira especial não há hoje, quando um governo sério, responsável, respeitável e com indiscutível apoio popular, está levando o Brasil pelos seguros caminhos do desenvolvimento com justiça social - realidade que nenhum brasileiro lúcido pode negar, e que o mundo todo reconhece e proclama. O país, enfim, de onde a subversão - que se alimenta do ódio e cultiva a violência - está sendo definitivamente erradicada, com o decidido apoio do povo e da imprensa que reflete o sentimento deste."
Octávio Frias de Oliveira, 22 de setembro de 1971

6 comments:

sabina anzuategui said...

Que medo.

Paulodaluzmoreira said...

pois eh, e agora todos eram contra a ditadura, todos lutaram contra a ditadura...

Paulodaluzmoreira said...

O motivo de eu ter repostado esse pedaço de editorial da FSP foi por causa da polêmica recente sobre o uso na FSP do termo "ditabranda". Talvez para as pessoas que escreviam este tipo de editorial em 1971, realmente a ditadura brasileira teria sido branda...
Também me impressiona como as pessoas no Brasil hoje querem acreditar que a guerra suja foi travada exclusivamente entre milicos de linha dura e guerrilheiros/terroristas inconsequentes/iludidos. Daqui a pouco até "O Globo" vai ostentar sua bravura na luta contra a censura. Mas quem precisava censurar um jornal com um editorial destes?

sabina anzuategui said...

Eu li os 4 volumes do Elio Gaspari, é o máximo que sei sobre a questão. De todo modo, ali está bem claro que o alto-escalão dito intelectual (Geisel, Golbery) sabia e concordava com a atuação da linha-dura, argumentando que era o mal necessário.

sabina anzuategui said...

O debate da "ditabranda" está se esticando. Na Carta Capital dessa semana há um edital interessante do Mino Carta.

Diz que o termo não o surpreendeu, pois os jornais brasileiros usavam a expressão "revolução" até poucos anos atrás.

Seu incomodo maior é justamente esse: a falta de manisfestações anteriores, diante de uma postura que nunca mudou.

Anonymous said...

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